Category: Tourism

“Finlândia na Guanabara” por Suellen Luna

Finlândia na Guanabara

 

O Sonho de toivo uuskallio

Você alguma vez associou Rio de Janeiro à Finlândia?

Acredite existe essa relação. Você pode encontrar dentro do Estado do Rio de Janeiro um pedacinho da Finlândia, estou falando da Colônia Finlandesa fundada no Vale do Paraíba, chamada Penedo. Localizada a 170 Km da Cidade do Rio de Janeiro com um clima frio de montanha, trutas, artesanatos e danças escandinavas.

Penedo foi fundada em 1929 por um grupo de finlandeses recém-chegados da Europa. Nascida do sonho de Toivo Uuskallio (agricultor, idealizador e religioso) que buscou um lugar onde poderia ser criada uma nova e ideal sociedade. Atualmente Penedo faz parte do Distrito de Itatiaia.

Eu e minhas amigas decidimos aproveitar o fim de semana prolongado com o feriado de 7 de Setembro e logo depois do expediente entramos no carro e  partimos em direção a Penedo, vale dizer que a Avenida Brasil e Rodovia Dutra (BR-116) em uma sexta-feira à noite é um verdadeiro pesadelo, tudo congestionado, mas um fim de semana com suas amigas em uma linda vila na Serra, com muito vinho e queijo vale à pena.

Assim que você entra em Penedo já é possível notar a influência da cultura Finlandesa na arquitetura e costumes.

A primeira coisa a fazer ao chegar em Penedo é encontrar um lugar para comer e o lugar oferece uma variedade de comidas: italiana, japonesa, espanhola, finlandesa, baiana e mineira. Eu recomendo o Restaurante Pintado & Cia, eles têm um rodízio de camarão que é de enlouquecer e você pode pedir para acompanhar um vinho branco.

O lugar mantém tradições finlandesas, como danças típicas que você pode participar aos sábados no Clube Finlandês.

No centro de Penedo você pode visitar a Casa do Papai Noel, Casa de Pedra, Museu Finlandês, Fábrica de Chocolates (deliciosos) e lojas que vendem licores saborosos, doces típicos como doce de abóbora e goiabada com doce de leite. No inverno, faz um friozinho e você pode aproveitar um chocolate quente.

Para fazer compras há o parque temático Pequena Finlândia (com decorações natalinas), onde está a Casa do Papai Noel. Neste charmoso Centro Comercial você encontra os mais criativos presentes, eu mesma encontrei uma loja que fabrica placas com anúncios antigos de cerveja, Coca-Cola etc. Outros presentes que você pode encontrar são bijuterias feitas com pedras da região (levei um bracelete para minha mãe).

No último dia em Penedo nós aproveitamos para conhecer o artesanato local fortemente influenciado pela cultura escandinava: tecelagem, bordados em ponto cruz, tapeçarias, mosaicos e estamparias de camisetas.

Para quem gosta de natureza há várias opções para visitar: Pico do Penedinho, Três Cachoeiras, Cachoeira de Deus e Poço das Esmeraldas (águas cristalinas). Também há o Parque Nacional de Itatiaia (bem pertinho) com montanhas acima de 2 km e uma variada fauna e flora.

Aproveite as cavalgadas que acontecem pelas trilhas que te levam à lindas cachoeiras ou os passeios de quadriciclo pelas matas.

Antes de ir embora (se você como eu for fã de café) aproveite para comprar um pacote de Café Gourmet, tipo exportação, fabricado na região do Vale do Paraíba (o melhor).

 

Suellen Lunna

Suellen Lunna é uma internacionalista brasileira natural do Rio de Janeiro. Uma apaixonada por viagens, culturas e história que decidiu explorar suas paixões viajando por diferentes lugares e escrevendo as experiências que vive neles. Atualmente reside em Buenos Aires onde ensina inglês e português e continua escrevendo.

 

Suellen Lunna appointed a Travel Correspondent for Interlitq

Suellen Lunna

Suellen Lunna has been appointed a Travel Correspondent for Interlitq.

Suellen Lunna é uma internacionalista brasileira natural do Rio de Janeiro. Uma apaixonada por viagens, culturas e história que decidiu explorar suas paixões viajando por diferentes lugares e escrevendo as experiências que vive neles. Atualmente reside em Buenos Aires onde ensina inglês e português e continua escrevendo.

Expulsan a hispanoparlantes: Easyjet expulsa a dos pasajeros tras criticar que ninguna azafata hablara español

Ivan Villar escribe:

El comandante del avión pidió a la Guardia Civil que les identificara por una infracción de la ley aérea del Reino Unido.

Dos pasajeros del vuelo Asturias-Londres del viernes fueron expulsados del avión tras haber criticado que ningún miembro de la tripulación hablara castellano. Después de una «discusión verbal con una azafata», el comandante a bordo requirió la presencia de la Guardia Civil para su identificación y desalojo, con la intención de proponerles para sanción por infringir la legislación aérea del Reino Unido, que es la que regía una vez que los pasajeros habían sido embarcados.

Según explicó a EL COMERCIO otra pasajera que estaba presente, el primer encontronazo entre la pareja y los miembros de la tripulación llegó cuando uno de ellos, mientras esperaban a que se completara el embarque, abrió una cerveza que había comprado en la zona de ‘duty free’ y la sobrecargo le advirtió de que estaba prohibido beber en el avión. «No se lo dijo precisamente de la mejor manera posible», relata la joven. El hombre reaccionó con sorpresa, preguntándole cómo no iba a ser posible hacerlo, cuando en el propio avión beben alcohol durante el vuelo. El asunto quedó ahí.

Pero empezaron a pasar los minutos y el vuelo, que debía partir de Asturias a las 18.20, no despegaba. Cuando el retraso sumaba ya casi media hora, la sobrecargo informó a través de la megafonía de que el motivo era un problema meteorológico en Londres. Lo hizo en inglés, añadiendo como coletilla que «siento no hablar español, quien sepa los dos idiomas, que se lo explique a quien no lo haya entendido». Esto provocó un comentario crítico de la acompañante del hombre al que las azafatas habían llamado la atención por abrir la cerveza, quien dijo que no le parecía normal que en un vuelo con origen en España no hubiera nadie de la tripulación que pudiera dar esa información en castellano -las indicaciones de seguridad se ofrecen a los hispanoparlantes mediante una grabación-. A pesar de que tanto ella como su acompañante, ambos asturianos, se manejaban sin problema tanto en español como en inglés, consideraba que cualquiera que no lo hiciera tenía derecho a estar informado sobre la situación del vuelo. «Como ya no va a haber más vuelos, no dais un duro por nosotros», reprochó a las azafatas en referencia a que desde este domingo Easyjet dejará de volar entre Asturias y la capital inglesa.

Según los testigos, estos reproches se hicieron «sin dar una voz más alta que otra», pero «a las tripulantes les sentó fatal que les recordaran que no hablan español», lo que dio origen a una pequeña discusión que terminó con la sobrecargo diciéndole a los dos pasajeros que debían abandonar el avión. Ante su negativa, el personal de la compañía requirió la presencia de agentes del destacamento de la Guardia Civil. «Los agentes no sabían ni dónde meterse al ver lo que pasaba», explica una pasajera. Y en un vídeo grabado durante la expulsión de los pasajeros, de hecho, se escucha cómo uno de ellos planteaba zanjarlo todo con una petición mutua de disculpas. No fue posible.